Dia 4 – Marrocos, 6 de novembro

Dia 4 – Marrocos, 6 de novembro

Hoje acordamos ao som do Adhan, ou Azan, a chamada para o salá, as cinco orações diárias praticadas pelos muçulmanos. A bela entoação não poderia ter um cenário melhor do que a bela cidade de Chefchaouen ao amanhecer. Após um delicioso café da manhã marroquino caseiro, saímos para mais um passeio pelas mágicas ruas da medina da cidade.

Após, partimos para a nossa primeira parada do dia: as ruínas de Volubilis. O sítio arqueológico localizado entre Chefchaouen e Meknè abriga uma cidade da civilização romana, instalada na região entre 200 A.C e 300 D.C por suas férteis terras. A cidade foi descoberta em 1915, e em 1997 foi reconhecida pela Unesco como Patrimônio Mundial. É uma experiência surpreendente poder ver e tocar tamanhas estruturas que sobreviveram por quase dois mil anos! Surpreendente também é conhecer a engenhosidade da cidade romana, não apenas pela grandiosidade, como pela funcionalidades, desde os grandes templos aos sistemas de esgoto.

Para completar o tour, ainda há um pequeno museu que expõe objetos encontrados na região e também reconstruções em vídeo das edificações.


De lá, seguimos para nosso próximo destino, a cidade imperial de Meknè. A ” ‘Versailles do Marrocos’, como é conhecida, foi a terceira capital imperial do país. Ela foi construída no século 17, dentro de uma medina que já datava do século 12, segundo o desejo do sultão Moulay Ismail, o terceiro da dinastia Almoada – atual dinastia. Adentramos a grande ‘fortaleza’ pela ‘Porta da Quinta-feira’, que dá acesso ao bairro judeu. Meknès é conhecida como a cidade dos muros pelos 44km de pedras e barro que cercam a cidade.

Ela também é conhecida como a Versailles do Marrocos pela bela arquitetura de suas construções imperiais, como o Lago Agdal, um reservatório de águas. Após o grande terremoto de Lisboa de 1755, que também atingiu o Marrocos, parte do Palácio Imperial foi destruído, porém não o bastante para perder a sua posição como uma das residências oficiais do atual rei, o 23 º da dinastia Almoada.

Ismail teve mais de 300 esposas oficiais, e 800 filhos registrados. Depois de sua morte, com 96 anos, o filho que o sucedeu passou a capital para a cidade Fes. O Palácio Imperial de Meknès é mais um dos ricos símbolos do Marrocos que foi reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco, em 1995. Além de nos encantarmos com as construções de Ismail, pudemos passear pelo mercado da cidade e conhecer o comércio local.


Chegamos em Fes já ao fim do pôr-do-sol, cansados das longas distâncias percorridas, mas encantados com tudo o que havíamos visto. Mais uma vez, dispomos de ótimas acomodações escolhidas a dedo pela nossa guia Bia Petek para descansarmos de forma plena e poder desfrutar de um novo dia de passeios. Agora, para conhecer a primeira cidade imperial do Marrocos, a mais marroquina das quatro capitais, como é conhecida. Mas deixamos para falar mais sobre ela amanhã!

Se você quiser acompanhar mais desse roteiro maravilhoso assinado pela Beatriz Petek ou quiser mais informações, acesse @beaturismo ou entre contato via whatsapp +55 51 99985-6851.

Até mais, viajantes!

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